Helicobacter pylori - Saiba tudo sobre ele e aprenda a eliminá-lo de vez! Pular para o conteúdo principal

Helicobacter pylori - Saiba tudo sobre ele e aprenda a eliminá-lo de vez!



DESCOBERTA


A bactéria Helicobacter Pylori foi isolada pela primeira vez em 1983, por Warren e Marshall, na Austrália. Ela foi descoberta a partir de fragmentos de biópsia gástrica e pacientes com gastrite crônica e úlceras pépticas.

Desde sua descoberta diversas pesquisas chegaram à conclusão de que a infecção por H. pylori é uma das principais causas para o desenvolvimento de várias doenças gastrointestinais. Apesar de cerca de metade da população mundial estar infectada por esta bactéria, 80% das pessoas permanecem sem nenhum sintoma e apenas 3% dos indivíduos acabam desenvolvendo neoplasias.


PREVALÊNCIA DO HELICOBACTER PYLORI PELO MUNDO

O Brasil é um dos países com maior taxa de infecção por H. pylori do mundo. Estamos com cerca de 80 a 90% da população infectada, segundo um estudo feito em 2017, conforme podemos ver na imagem abaixo. Ficamos com uma taxa igual a países como Rússia, Índia, Bolívia, Turquia e Arábia Saudita. Já Austrália, Suíça, América do Norte e Europa Ocidental apresentam a menor incidência de infecção por H. pylori, com menos de 20% da população infectada.

A maior taxa de incidência ocorre em países africanos como Líbia, Egito e Nigéria. Muitas publicações científicas promoveram o conceito do “Enigma Africano”, devido a número de casos de úlceras pépticas bem menores do que o esperado neste continente. Estudos recentes sugerem que a distribuição geográfica da doença e sua forma predominante se relaciona com outros co-fatores como a virulência da espécie de H. pylori, os métodos de conservação dos alimentos, a dieta e genética do hospedeiro.



DOENÇAS GÁSTRICAS PROVOCADAS PELO H. PYLORI EM HUMANOS

A infecção crônica pelo H. pylori é associada com patologias gástricas, incluindo gastrite crônica, úlceras pépticas, adenocarcinoma gástrico (câncer de estômago) e linfoma da zona marginal extranodal da mucosa gástrica (linfoma MALT). Destas doenças a que tem maiores taxas de mortalidade é o câncer gástrico. Estudos recentes mostram que o risco de desenvolver câncer no estômago é de 2 a 3 vezes maior em pessoas infectadas pela bactéria H. pylori do que em pessoas não infectadas.

GASTRITE

O sintoma mais comum da infecção pelo H. pylori é a gastrite. Quando não tratada pode evoluir para uma gastrite atrófica ou úlcera péptica.
A erradicação da bactéria nestes casos costuma ser suficiente para a completa eliminação dos sintomas.
Você pode entender um pouco mais sobre os diferentes tipos de gastrite neste vídeo:



ÚLCERA PÉPTICA

Pessoas infectadas com H. pylori tem um risco maior de desenvolver úlceras pépticas do que pessoas não infectadas. Entretanto hoje em dia a maioria dos casos de úlceras pépticas é provocada pelo uso de medicamentos anti-inflamatórios não esteroidais ou aspirina.

 As úlceras provocadas por H. pylori normalmente ocorrem no contexto de uma gastrite crônica superficial pré-existente e um aumento na secreção de ácido do estômago. Veja o esquema na figura abaixo.


Nestes casos a erradicação da bactéria H. pylori costuma ser suficiente para se iniciar o processo de recuperação.

No entanto, outras medidas podem ser utilizadas em conjunto para melhores resultados como o uso de estratégias que vão ajudar na proteção e recuperação das mucosas: o uso do gel de Aloe vera, o uso de alguns tipos de chás como Espinheira Santa e Ipê Roxo e sucos de couve/repolho ou batata.

CÂNCER GÁSTRICO x Helicobacter pylori

Em 2012 o câncer gástrico foi a quinta doença mais comum do mundo, e a terceira maior causa de morte por câncer, com mais de 720.000 mortes pelo mundo provocadas pela doença.
A infecção por H. pylori, desde 1994 é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) um agente carcinogênico do tipo 1. Isto significa que há evidências suficientes de que ele pode provocar câncer em humanos.
Um estudo científico de revisão de 2016 analisou 24 pesquisas em que foram avaliados 715 casos de câncer gástrico num total de mais de 48 mil pacientes e concluiu que a erradicação do H. pylori foi associada com a redução do risco de câncer gástrico.
A análise do estudo mostrou que mesmo nos indivíduos que fazem parte do grupo de alto risco a erradicação da bactéria reduz o risco de câncer gástrico. Isso mostra que mesmo pessoas com gastrite atrófica ou metaplasia intestinal têm benefícios com a erradicação do H. pylori.

USO DE LONGO PRAZO DE INIBIDORES DE ÁCIDOS (“PRAZÓIS”) AUMENTA O RISCO DE CÂNCER APÓS O TRATAMENTO PARA H. PYLORI

Um estudo de Cheung de 2017, feito com uma população de 63.397 pacientes com um acompanhamento de 7,6 anos demonstrou que o uso de IBPs era associado com um aumento do risco de desenvolver o câncer gástrico. O risco parece aumentar com o tempo de uso dos medicamentos.

O estudo conclui que os médicos devem ter muita cautela ao recomendar o uso de longo prazo de medicamento bloqueadores de ácido no estômago após o tratamento para erradicação do H. pylori.

OUTROS FATORES QUE CONTRIBUEM PARA O CÂNCER GÁSTRICO

Além da infecção pelo H. pylori e o uso de longo prazo de IBPs há outros fatores que podem contribuir para o desenvolvimento do câncer. Eles estão divididos em 2 grupos, no primeiro grupo estão os fatores de riscos externos, que podem ser alterados:
  • a ingestão de sal;
  • ingestão de nitrosaminas (conservantes encontrados em diversos alimentos industrializados, normalmente sob a forma de nitritos );
  • os fatores de virulência do H. pylori;
  • microbiota gástrica; e
  • fumo.

O segundo grupo são os fatores de riscos intrínsecos, que não podem ser alterados e são relacionados com a genética do hospedeiro.

CÂNCER GÁSTRICO PELO MUNDO

O mapa abaixo feito pela Organização Mundial da Saúde com dados do site GLOBOCAN de 2012 mostra a prevalência de câncer gástrico pelo mundo. Como podemos ver a maioria dos países com maior incidência deste tipo de doença está entre os países com maior prevalência de infecção por H. pylori como verificamos no mapa mostrado anteriormente.


LINFOMA MALT

Os linfomas da zona marginal extranodal gástrica do tecido linfóide associado à mucosa (linfomas MALT) são linfomas de células B que se desenvolvem dentro do tecido linfóide associado à mucosa do estômago. O tecido linfoide é formado por vários tipos de células do sistema imunológico que atuam no combate às infecções. A maioria das células são linfócitos, um tipo de glóbulo branco do sangue. Linfoma é um tipo de câncer que se inicia nos linfócitos.

A taxa de incidência de linfoma MALT gástrico nos EUA foi estimada em 3,8 por um milhão de indivíduos entre 2001 e 2009, e se trata de um resultado raro da infecção por H. pylori. Na única revisão sistemática publicada desta condição, 79% dos 1844 casos relatados de linfoma MALT foram associados à infecção por H. pylori.

HELICOBACTER PYLORI E A PRODUÇÃO DE ÁCIDO NO ESTÔMAGO

Um estudo feito pela Sociedade Coreana de Gastroenterologia, da Coréia do Sul, analisou a relação entre o pH do estômago, gastrite atrófica, metaplasia intestinal e infecção por H. pylori. Os resultados revelaram que os grupos infectados com H. pylori apresentavam pH gástrico maior ( baixa produção de ácido) em comparação com os não infectados.
Quando os pacientes foram divididos em dois grupos: um com pH menor que 3 (acidez normal) e outro com pH maior ou igual a 3 (baixa acidez) mostrou que a taxa de infecção no grupo com acidez normal era de apenas 21,4% enquanto que no grupo com baixa acidez a taxa de infecção era de 61,1%.

O grupo com baixa acidez também apresentou maior incidência de gastrite atrófica e metaplasia intestinal.

No livro Molecular Pathogenesis and Signal Transduction by Helicobacter pylori (Patogênese Molecular e Transdução de Sinal por Helicobacter pylori) tem um capítulo dedicado a alterações induzidas por Helicobacter pylori na secreção de ácido gástrico e doenças no trato gastrointestinal superior. Nele é mencionado que a hipocloridria (baixa produção de ácido no estômago) aguda facilita a sobrevivência da bactéria e a infecção do estômago. Curiosamente, a maioria dos pacientes cronicamente infectados com H. pylori manifesta uma pangastrite com secreção reduzida de ácido devido a fatores de virulência bacteriana, citocinas inflamatórias e vários graus de atrofia gástrica.

Desta forma observamos que a baixa acidez do estômago facilita a infecção pela bactéria H. pylori e ao mesmo tempo a infecção reduz ainda mais a acidez do estômago, provocando quadros de hipocloridria nos pacientes infectados. O que nos faz refletir: então por que é recomendando o uso de IBP (inibidores da bomba de prótons), medicamentos que reduzem ainda mais a produção de ácido no estômago nos casos de infecção por H. pylori? Na verdade não faz muito sentido utilizar este medicamento nestes casos.

FONTES DE INFEÇÃO E VIAS DE TRANSMISSÃO

O ser humano é considerado por muitos como o único hospedeiro do H. pylori, porém alguns estudos encontraram a colonização desta bactéria em gatos domésticos, o que indica uma possibilidade de transmissão cruzada com animais próximos ao homem.
As formas de transmissão do H. pylori até o momento não foram totalmente esclarecidas, no entanto dos dados disponíveis sugerem que transmissão possa ocorrer por meio do contato pessoa a pessoa (mais provável) e também pela ingestão de alimentos ou água contaminados.

Três vias possíveis de infecção são descritas pela literatura científica:

1 - VIA ORAL-ORAL

A cavidade oral é apontada como um reservatório de infecção e reinfecção pela bactéria H. pylori, uma vez que o refluxo gástrico poderia contaminar a boca e propiciar a transmissão oral-oral. Existem estudos que indicam que o H. pylori pode sobreviver por algum tempo em placas dentárias e na saliva.

2- VIA FECAL-ORAL

Saber-se que a H. pylori pode ser eliminada nas fezes, mas não se sabe exatamente como seria o mecanismo de transmissão por esta via. A teoria mais provável é a de que assim como a maioria das doenças infecciosas pela água, a contaminação se dê pelas fezes.

3 – VIA IATROGÊNICA OU GASTRO-GÁSTRICA

Esta via ocorreria quando é feito uso de um tubo endoscópico contaminado por outro paciente. Por exemplo, uma pessoa contaminada faz um exame de endoscopia e o tubo não é devidamente esterilizado antes de se utilizar em outro paciente, desta forma seria possível uma contaminação.

TRATAMENTO CONVENCIONAL

Conforme o III Consenso de Maastricht, o tratamento anti-Helicobater pylori é classificado em:

Fortemente recomendado
Nos casos de úlcera péptica, linfoma MALT, gastrite atrófica, histórico de câncer gástrico na família e após o tratamento de câncer gástrico.

Aconselhável
No caso de dispepsia funcional e doença do refluxo gastroesofágico.

Incerto
No caso de doenças cardiovasculares, anemia e trombocipenia.

Vários esquemas são utilizados para o tratamento da bactéria H. pylori, por isto sugere-se uma sequência na indicação dos esquemas para o tratamento da bactéria. Deve-se começar pelo “esquema tríplice”, se não houver erradicação indica-se o “esquema quádruplo” e se continuar havendo insucesso indica-se o “esquema levofloxacina”.

ESQUEMA TRÍPLICE

Compreende o IBP (inibidor de bomba de prótons) + claritromicina 500 mg + amoxicilina 1000 mg, todos duas vezes por dia, durante sete dias. Ele costuma ter um índice de erradicação de cerca de 80% e costuma apresentar poucos efeitos colaterais.

ESQUEMA QUÁDRUPLO

Compreende o IBP, duas vezes ao dia, sais de bismuto 120 mg e tetraciclina 500 mg, quatro vezes ao dia, durante 10 a 14 dias.

ESQUEMA LEVOFLOXACINA

Consiste na combinação de levofloxacina 250 mg + amoxicilina 1.000 mg + IBP, duas vezes ao dia, durante 10 a 14 dias.

USO DE PROBIÓTICOS

O uso de probióticos é recomendado durante e após o tratamento. Os probióticos diminuem a colonização do H. pylori, pois exercem ação bactericida devido à produção de ácidos orgânicos e bacteriocinas que dificultam a adesão do H. pylori às células epiteliais.

Além disso, eles apresentam propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias que diminuem a inflamação da mucosa gástrica. O consumo de probióticos parece que reduz a inflamação por ter efeitos benéficos sobre a disfunção das células epiteliais e do sistema imune que são a base da inflamação.

RECORRÊNCIA DA INFECÇÃO
 A MESMA TAXA DOS ÚLTIMOS 27 ANOS

Num estudo de revisão sistemático e meta-análise de 2017 em que foram analisadas 132 pesquisas científicas os autores identificaram que a taxa anual de recorrência é de cerca de 4,3%. Mas esta taxa varia bastante entre os países, por exemplo: a Turquia tem uma taxa de 21,3% enquanto que a Holanda tem uma taxa de apenas 0,2%.

Em geral países com um IDH (índice de desenvolvimento humano) mais baixo e maior prevalência de infecção por H. pylori da população, têm maiores taxas de recorrência. Isto leva a uma conclusão de que a recorrência da infecção estaria relacionada com fatores socioeconômicos e condições sanitárias. No entanto existem países que fogem a esta regra. A Irlanda tem um IDH muito alto e tem a segunda maior taxa de recorrência de H. pylori anual de 15,2%.

A imagem abaixo mostra a taxa de recorrência do H. pylori pelo mundo. Como podemos ver no Brasil temos uma taxa entre 3 a 5% de recorrência.



Existem basicamente 2 mecanismos de recorrência:

         RECRUDESCÊNCIA – quando o tratamento reduz a quantidade de bactérias, elimina os sintomas, porém não erradica de vez a infecção pelo H. pylori, gerando um falso negativo. Desta forma após algum tempo as bactérias sobreviventes começam a se reproduzir e aumentam a população de bactérias e os sintomas retornam.

        REINFECÇÃO – quando o tratamento é eficaz e erradica a bactéria, porém o paciente volta a ser infectado pelo H. pylori.

Os estudos apontam ainda que, infelizmente, nos últimos 27 anos não houve nenhum sucesso na redução das taxas de recorrência. Isto demonstra que apesar dos tratamentos disponíveis não estão sendo adotadas medidas preventivas para evitar a recorrência da infecção.

RESUMO

A bactéria Helicobacter pylori é associada a diversas doenças gástricas, sendo mais comum o surgimento de gastrites e úlceras. A contaminação pelo H. pylori aumenta de 2 a 3 vezes o risco de desenvolver um câncer de estômago.

No Brasil cerca de 80% a 90% está contaminada com a bactéria, porém nem todos desenvolvem sintomas. Não se sabe exatamente como a contaminação ocorre, porém há três vias possíveis: pela saliva, pelas fezes e por instrumentos contaminados no estômago de um paciente infectado.

Estudos sugerem que a baixa acidez estomacal facilita a colonização do H. pylori no estômago. Além disso, já foi demonstrado que, após a infecção, os danos causados na mucosa do estômago levam os pacientes a um quadro de hipocloridria provocada pela gastrite atrófica.

O tratamento convencional tem se mostrado eficaz na erradicação do H. pylori, eles levam cerca de 7 a 14 dias e geralmente consistem na combinação de diferentes tipos de antibióticos ministrados juntamente com um medicamento para reduzir a acidez do estômago.

Porém estudos sugerem que após o término do tratamento, o uso prolongado de medicamentos para bloquear a acidez aumenta o risco de desenvolver um câncer gástrico e o risco aumento conforme o tempo de uso dos medicamentos
.
O uso de probióticos se mostra interessante durante e após o tratamento. Seu uso durante aumenta a taxa de sucesso e reduz os efeitos colaterais; e seu uso após dificulta a reincidência da infecção.

CONCLUSÃO

Se você fez exames e está infectado com a bactéria H. pylori, a forma mais simples de eliminá-la é fazendo o tratamento convencional que é de curto prazo (7 a 14 dias) e é eficiente.

No entanto se após a erradicação da bactéria você continuar sentindo sintomas desagradáveis relacionados à gastrite, azia, refluxo ou dificuldades digestivas não é recomendado o uso de medicamentos bloqueadores de acidez por longo prazo, pois eles apresentam diversos prejuízos a sua saúde como: prejudicam a digestão e absorção de nutrientes ( o ácido do estômago tem papel fundamental na digestão), podem provocar a deficiência de vitaminas e minerais e aumenta o risco de desenvolver o câncer gástrico.

Mas então qual é a solução???

A solução é você procurar uma forma de tratamento que elimine as causas da gastrite e do refluxo de forma 100% natural, sem efeitos colaterais prejudiciais à sua saúde. Uma solução que vai ajudar você a regularizar a produção de ácido no estômago e melhorar a digestão e absorção de nutrientes.

Tratamento natural é possível?

Sim hoje isso é possível, pois existem diversas estratégias naturais com eficácia cientificamente comprovada que podem ajudar você a eliminar as causas da gastrite e do refluxo. Você pode participar de uma aula online grátis em que eu ensino como eliminar as causas da gastrite e do refluxo de forma 100% natural.


Participe da nossa aula on-line grátis em que eu vou explicar para você outras estratégias para eliminar a gastrite e o refluxo de forma 100% natural.








FONTES:
  1. WEN, Sicheng; MOSS, Steven F. Helicobacter pylori virulence factors in gastric carcinogenesis. Cancer letters, v. 282, n. 1, p. 1-8, 2009.
  2. LEE, Yi-Chia et al. Association between Helicobacter pylori eradication and gastric cancer incidence: a systematic review and meta-analysis. Gastroenterology, v. 150, n. 5, p. 1113-1124. e5, 2016.
  3. BURKITT, Michael D. et al. Helicobacter pylori-induced gastric pathology: insights from in vivo and ex vivo models. Disease models & mechanisms, v. 10, n. 2, p. 89-104, 2017.
  4. SHAH, E.; CHEY, W. D. recurrence of Helicobacter pylori infection—still the same after all these years…. Alimentary pharmacology & therapeutics, v. 47, n. 1, p. 131-132, 2018.
  5. HU, Y. et al. Systematic review with metaanalysis: the global recurrence rate of Helicobacter pylori. Alimentary pharmacology & therapeutics, v. 46, n. 9, p. 773-779, 2017.
  6. ZAGARI, Rocco Maurizio et al. Treatment of helicobacter pylori infection: A clinical practice update. European journal of clinical investigation, 2017.
  7. SUNG, Jihee et al. Associations among Gastric Juice pH, Atrophic Gastritis, Intestinal Metaplasia and Helicobacter pylori Infection. Gut and liver, 2017.
  8. SMOLKA, Adam J.; SCHUBERT, Mitchell L. Helicobacter pylori-induced changes in gastric acid secretion and upper gastrointestinal disease. In: Molecular Pathogenesis and Signal Transduction by Helicobacter pylori. Springer, Cham, 2017. p. 227-252.
  9. CHEUNG, Ka Shing et al. Long-term proton pump inhibitors and risk of gastric cancer development after treatment for Helicobacter pylori: a population-based study. Gut, p. gutjnl-2017-314605, 2017.


Postagens mais visitadas deste blog

Azia e Refluxo? Saiba tudo sobre betaína HCl (Cloridrato de betaína)

Você já ouviu da betaína HCl? Ela também pode ser chamada de betaína cloridrato, cloridrato de betaína ou hidrocloreto de betaína.
Ela é considerada um suplemento alimentar. Ela tem um papel muito importante para sua digestão, funcionando como um reforço do seu suco gástrico. Se você sofre de azia ou refluxo a betaína cloridrato, em muitos casos, pode ajudá-lo a eliminar a causa do seu problema de forma natural.
Deixe eu te contar rapidamente como descobri a betaína HCl (cloridrato de betaína)
Antigamente, quando eu sofria com azia e refluxo eu logo procurava meu médico que me recomendava medicamentos para reduzir a acidez do estômago como omeprazol. Eu começava a usar o medicamento e sentia um grande alívio. Isto me fazia pensar que o problema era realmente excesso de ácido no estômago.
Mas passado um tempo do tratamento eu comecei a perceber que na verdade o refluxo continuava, só não estava mais me provocando azia. Além disso, com o uso prologado dos "prazóis" comecei a senti…

A IMPORTÂNCIA DOS PROBIÓTICOS NA CURA DA AZIA, GASTRITE E REFLUXO

O uso de probióticos pode auxiliar no tratamento de gastrite, azia e refluxo. Neste artigo é feita uma análise detalhada dos benefícios cientificamente comprovados do uso dos probióticos.

Aloe vera no Tratamento de Úlceras, Gastrite e Refluxo

Pesquisa científica feita com 18 pacientes, 12 com úlceras e 6 com problemas relacionados, testou o uso da Aloe Vera (também conhecida como Babosa) sozinha, como forma de tratamento.
Os resultados foram impressionantes!



Dos 12 pacientes com úlceras, 100% tiveram cura clínica, e 11 deles não tiveram recidiva.
Dos 6 pacientes com problemas relacionados 5 tiveram recuperação total e uma desistiu do tratamento.
O tratamento consistiu em...