Hipocloridria ou Acloridria: Saiba os perigos da baixa produção de ácido no estômago! Pular para o conteúdo principal

Hipocloridria ou Acloridria: Saiba os perigos da baixa produção de ácido no estômago!

Hipocloridria significa baixa produção de ácido no estômago e Acloridria significa nenhuma produção de ácido. Estes quadros representam um sério problema para sua saúde e vou te explicar o porquê.

Sabe qual o papel do Ácido Gástrico na digestão dos alimentos que você come?

Nosso corpo trabalha como uma fábrica, cada órgão tem uma função na digestão da comida como uma linha de produção. A boca funciona como um triturador que reduz o alimento em pedaços menores para possamos engolir, depois a comida vai para o estômago, que funciona como um liquidificador ou processador de alimentos, transforma o alimento em uma "sopa ácida" chamada quimo graças à ação do suco gástrico. 


Esta "sopa ácida" sai do estômago e vai para o duodeno que ao perceber a presença de um pH ácido (entre 2 e 4,5) libera um hormônio chamado secretina. A secretina é responsável por estimular o pâncreas a produzir bicarbonato de sódio e enzimas digestivas e incentiva o fígado a produzir bile (que é armazenada na vesícula biliar).

Todos estes sucos digestivos são necessários para "quebrar" os nutrientes em partes menores que possam ser absorvidas no intestino.


Após esta etapa o alimento é uma "sopa" que não é mais ácida e é rica em nutrientes: as proteínas foram quebradas em aminoácidos, as gorduras foram quebradas em ácidos graxos e os carboidratos foram quebrados em glicose, frutose e/ou galactose.

Mas, o que acontece quando o estômago não produz ácido suficiente?

Bom, imagine um liquidificador ou processador sem lâminas ou com as lâminas quebradas, é mais ou menos assim que funciona um estômago com acloridria ou hipocloridria. Continue lendo que vou te explicar as consequências disso.


Uma das etapas mais importantes para a digestão correta dos alimentos é a reação com o suco gástrico formado por HCl (ácido clorídrico) + enzimas e água. Quando falta o HCl o seu estômago não tem força para fazer aquela "sopa ácida" perfeita. O problema é que se o quimo não for ácido o suficiente quando chegar ao duodeno não irá estimular a produção de secretina e consequentemente não serão liberados os sucos digestivos e a bile necessários para continuar o processo digestivo.

Fase ácida x fase alcalina da digestão

O processo digestivo pode ser dividido em duas fases principais, a fase ácida que ocorre no estômago e termina com a liberação do quimo para o duodeno que é a primeira porção do intestino delgado.

O duodeno ao entrar em contato com o quimo inicia a fase alcalina da digestão: estimulando a produção de sucos pancreáticos, bicarbonato de sódio e bile. Estes sucos digestivos são necessários para neutralizar a acidez e também para continuar a digestão de gorduras, proteínas e carboidratos.

No vídeo abaixo você pode ver como ocorre a digestão dos alimentos e a importância das fases ácida e alcalina.




Ou seja é tudo um processo em cadeia, se a fase ácida da digestão não estiver ocorrendo de forma normal, todo o processo digestivo é comprometido, pois não há um estímulo adequado para se inciar a fase alcalina da digestão. 


As consequências disso para sua digestão: 

  • O alimento vai ficar mais tempo parado no estômago e você se sente estufado 
  • O alimento pode fermentar e gerar gases no estômago aumentado a sua pressão e forçando sua abertura que favorecem o refluxo e a azia
  • A baixa acidez permite que bactérias, que seriam destruídas pelo HCl, sobrevivam e passem para o seu intestino
  • Quando o alimento finalmente consegue sair do estômago e vai para o duodeno, a sopa (quimo) não está tão ácida como deveria estar e a liberação de bicarbonato de sódio e enzimas é reduzida (logo o alimento passa a ser mal digerido aqui também)
  • Quando a sopa vai para o intestino restaram proteínas, gorduras e carboidratos mal digeridos que não foram quebrados em aminoácidos, ácidos graxos e glicose, frutose ou galactose
  • Os nutrientes não são absorvidos corretamente e alguns peptídeos de alimentos mal digeridos podem acabar passando para corrente sanguínea e sendo identificados como "corpos estranhos" e o seu corpo cria anticorpos para estes alimentos, surgindo as alergias alimentares
  • A má absorção de nutrientes pode causa problemas em diversas partes do corpo causando principalmente: cansaço, indisposição e dores nas articulações.
Esse conhecimento não é algo novo. Para se ter idéia, o Médico e Doutor George Bray, um dos maiores especialista em asma e alergias de nossa época, já havia relacionado o surgimento de asma e alergias com a baixa produção de ácido no estômago. Identificando que 80% das crianças asmáticas possuíam baixa produção de ácido e pepsina no estômago. Isto foi publicado na década de 1930. Impressionante não é?

A barreira contra fungos, vírus e bactérias está quebrada

Uma das funções do HCl produzido no estômago além da digestão é funcionar como uma barreira contra fungos, vírus e bactérias. O HCl é um ácido fortíssimo, se você deixasse cair uma gota de HCl ele provavelmente faria um buraco em seu sofá ou em seu sapato.

Nosso estômago não sofre com o HCl pois possui uma camada de muco, chamada mucosa que é resistente e protege contra o ácido. Essa força do ácido gástrico é muito útil em servir como uma barreira contra a passagem de microrganismos tanto de cima para baixa (garganta -> estômago ->intestino) como de baixo para cima (intestino -> estômago -> garganta).

Pelo fato de muitos microrganismos patogênicos, principalmente bactérias, não sobreviverem quando os níveis do pH estão baixos (produção de ácido normal), O médico JOHN T. HEWETSON, em 1904,  criou o termo “barreira bactericida gástrica”. Desde então a acidez gástrica tem sido considerada uma importante barreira contra a colonização e conseqüente infecção por microrganismos ingeridos. 

Quando o pH sofre um aumento (hipocloridria ou acloridria) perde-se essa barreira protetora e a pessoa se torna mais suscetível à colonização e conseqüentemente à infecções gastrointestinais. Essa teoria é reforçada por trabalhos que demonstraram suscetibilidade em pessoas com hipocloridria à infecção por salmonela, bacilos causadores de disenteria, estrongilóides, cólera e shiguela, brucela, giárdia, e por estudos que demonstram colonização bacteriana gastrointestinal em indivíduos com supressão ácida mantida e prolongada. 

Hipocloridria x Helicobacter pylori

Apesar do ácido do estômago matar uma grande parte de microrganismos que passam por ali, há alguns tipos que conseguem sobreviver a acidez do estômago e até mesmo se alojarem lá.

Esse é o caso da bactéria H. pylori. Ela vive naturalmente em nosso estômago e não apresenta maiores problemas quando a produção de ácido do nosso estômago é normal. É assim porque apesar de sobreviver, a bactéria não cria grandes colônias quando o ácido gástrico está presente.

Mas quando ocorre a baixa produção de HCl, a bactéria consegue se reproduzir com facilidade e colonizar o estômago. Então o H. pylori se aloja na mucosa do estômago provocando gastrites e até mesmo úlceras. E inicia-se um círculo vicioso pois a bactéria reduz a capacidade do estômago produzir ácido também.




Sintomas da baixa produção de ácido no estômago

Os principais sintomas relacionados diretamente com a baixa produção de HCl no estômago (hipocloridria ou acloridria) são os seguintes:
  • Azia e Refluxo
  • Arrotos e inchaço
  • Indigestão e prisão de ventre
  • Mau hálito
  • Alergias alimentares
  • Indisposição e cansaço
  • Asma
  • Acne rosácea
  • Pedras na vesícula
  • Descalcificação dos ossos e osteoporose
  • Artrite reumatóide
  • Anemia
A principal causa da azia e refluxo é a baixa produção de ácido no seu estômago. Talvez isso soe estranho se é a primeira vez que você escuta isso, mas faz todo o sentido. 

Se quiser entender melhor como a baixa produção de ácido provoca a azia e refluxo veja o vídeo abaixo:





O tratamento convencional para azia e refluxo

O tratamento convencional para azia e refluxo é a base de medicamentos para inibir a produção de ácido no estômago! Se você me acompanhou até aqui já deve ter percebido que a principal causa da azia e refluxo é a baixa produção de ácido no estômago, então para que utilizar um medicamento para reduzir mais ainda a produção de ácido?

Vou tentar explicar: primeiramente veja abaixo a tabela de pH. Preciso que você relembre o seguinte, quanto menor o pH mais ácido, quanto maior o pH menos ácido. Por exemplo um pH 2 é mais ácido do que um pH 5.



O pH gástrico médio de uma pessoa normal em jejum é entre 2 e 2,8. Como já disse antes o estômago é resistente ao ácido gástrico pois possui uma camada de muco, chamada mucosa do estômago que protege contra o HCl. O pH normal do esôfago de uma pessoa é em torno de 6, o esôfago não possui uma proteção resistente à acidez como o estômago.

Quando uma pessoa sofre de hipocloridria, o pH do estômago é em torno de 4. Esse pH maior significa que o estômago não produz ácido suficiente para fazer uma boa digestão e então o alimento fica muito tempo parado no estômago, fermenta e ocorre o refluxo do conteúdo estomacal para o esôfago. Como o esôfago é sensível, esse conteúdo com pH 4 provoca a sensação de queimação, chamada de azia. Azia é um sintoma de que está havendo refluxo gastroesofágico. Em inglês normalmente fala-se "acid reflux" ou refluxo ácido, por que teoricamente está ocorrendo refluxo do material mais ácido do estômago para o esôfago.

Os medicamentos para inibir a produção de acidez aliviam os sintomas rapidamente, mas pioram a causa do problema então criam uma dependência e garantem que você sempre precisará comprar mais medicamentos. 

O tratamento com omeprazol na dosagem diária de 20 mg, resulta na quase total ausência de acidez num período de 24 horas. Com ausência de acidez, mesmo que você tenha o refluxo ele não é mais ácido suficiente para agredir o seu esôfago e provocar a azia (sensação de queimação). Então você não sente mais nada.


A indústria farmacêutica criou o "mito do excesso de ácido" e ensina isso aos médicos nas faculdades de medicina e nos treinamentos que financia.

Então, o que a maioria dos médicos fazem, na verdade, é tratar os sintomas com medicamentos inibidores de acidez que dão alívio imediato porém agravam mais ainda a causa do problema. 

Além de agravar a causa do problema, os sintomas da hipocloridria como má absorção de nutrientes, dores nas articulações, descalcificação nos ossos e risco de infecções gastrintestinais aumentam com o uso de inibidores de ácido.

Causas da Hipocloridria

Alguns fatores influenciam no desenvolvimento da hipocloridria e acloridria. São eles:


  • Idade
  • Má alimentação e estilo de vida
  • Uso de medicamentos
  • Estresse e Ansiedade
Apesar da idade ser um fator que é inevitável, muitas vezes ela não é a principal causa. É um fato que a produção de ácido no estômago vai diminuindo com o passar dos anos, mas nem todos os idosos sofrem de azia e refluxo, não é mesmo? Então normalmente a idade é um fator de risco que não age sozinha.

A má alimentação e o estilo de vida podem esgotar os nutrientes do corpo e causar um aumento no estresse oxidativo. E isto é um dos fatores principais que podem comprometer a produção de ácido no estômago.

O uso de alguns tipos de medicamentos podem agredir seu  estômago como por exemplo: anti-inflamatórios não esteroidais,  aspirina entre outros. Estes medicamentos podem provocar lesões na mucosa e comprometer a produção de ácido. Mas o principal aqui são os medicamentos utilizados para inibir a produção de ácido no estômago, como cimetidina, ranitidina, omeprazol, pantoprazol e outros.

O estresse e a ansiedade contribuem para a inibição da produção de ácido no estômago. Muitas pessoas dizem que o estresse aumenta a produção de ácido, isto é um erro divulgado pelos defensores do "mito do excesso de ácido"! O nosso corpo reage a uma situação de estresse se preparando para "lutar ou correr" então ele economiza energia das outras funções do corpo para se preparar para uma situação extrema. Portanto a digestão é interrompida durante situações de estresse e a produção de ácido gástrico e outras enzimas digestivas é temporariamente cessada. Para saber mais sobre como o estresse e a ansiedade atuam no corpo leia o artigo: "Você anda estressado? Saiba porque o estresse pode provocar gastrite, azia e refluxo".



Como saber se tenho excesso ou falta de ácido?

O excesso de ácido no estômago também pode causar problemas e é conhecido como Síndrome de Zollinger-Ellison (ZES) ou hipergastrinemia. É um fenômeno raro provocado normalmente por um tumor neuroendócrino do pâncreas ou do duodeno com uma incidência anual estimada em cerca de 0,5 pessoas por milhão de habitantes.

Caso você não sofra da Síndrome de Zollinger-Ellison a probabilidade de possuir uma produção excessiva de ácido é pequena, mas existem alguns sintomas que podem te indicar:

1 - Se você sofre de azia, o incomodo ocorre de estômago vazio (logo de manhã em jejum ou antes das refeições) e é amenizado depois que você come?

2 - Você come e seu estômago se esvazia rapidamente, vindo a sentir fome novamente em pouco tempo?

Se você respondeu sim para as duas perguntas há possibilidade que sofra com excesso de ácido. Agora se o seu caso é exatamente o contrário, ou seja, sofre azia após comer as refeições e seu estômago não se esvazia rapidamente é     bem provável que sofra de hipocloridria.

Teste do Bicarbonato de Sódio

Faça o teste para tirar a dúvida --> De manhã em jejum tome meia colher de chá de bicarbonato de sódio com 100ml de água e espere por 5 minutos.

Se começar arrotar com menos de 2 minutos --> indica produção de ácido normal
Se começar arrotar com mais de 2 minutos --> indica baixa produção de ácido
Se não arrotar durante os 5 minutos --> indica muito baixa produção de ácido

Veja no vídeo abaixo como é feito o teste de acidez no estômago:



Tá bom eu já entendi os problemas da hipocloridria e porque os medicamentos para inibir a produção de ácido podem me fazer mal! Mas então qual é a solução???

A solução é você procurar uma forma de tratamento que elimine as causas da gastrite e do refluxo de forma 100% natural, sem efeitos colaterais prejudiciais à sua saúde. Uma solução que vai ajudar você a regularizar a produção de ácido no estômago e melhorar a digestão e absorção de nutrientes.

Mas isso é possível?

Sim hoje isso é possível, pois existem diversas estratégias naturais com eficácia cientificamente comprovada que podem ajudar você a eliminar as causas da gastrite e do refluxo. Você pode participar de uma aula online grátis em que eu ensino como eliminar as causas da gastrite e do refluxo de forma 100% natural.


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CONCLUSÃO

Você aprendeu importância da produção normal de ácido no estômago para a digestão e absorção dos alimentos que ingerimos e que o HCl do suco gástrico funciona como uma barreira contra infecções gastrintestinais.

A baixa produção de ácido gástrico é chamada de hipocloridria e a ausência total de produção é chamada acloridria. Estes quadros representam um perigo para sua saúde pois prejudicam a absorção de nutrientes gerando deficiências e também aumentam as chances de infecções.


A hipocloridria e acloridria podem ser causadas pela idade, estresse, má alimentação e uso de medicamentos, principalmente os medicamentos para inibir a produção de ácido no estômago.

A principal causa de azia e refluxo é a baixa produção de ácido no estômago. Porém a indústria farmacêutica quer que você acredite que é o excesso de ácido.

A hipocloridria pode ser tratada com uma alimentação adequada e estratégias naturais que estimulem o corpo voltar aos níveis normais de produção de ácido, se você quiser utilizar um método seguro, com estratégias cientificamente comprovadas, inscreva-se no curso Método Adeus Azia.





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FONTES: 


  1. HEWETSON, John T. Report LXXXVIII: The Bacteriology of Certain Parts of the Human Alimentary Canal and of the Inflammatory Processes Arising Therefrom. British medical journal, v. 2, n. 2291, p. 1457, 1904.
  2. GRAY, J. D.; SHINER, M. Influence of gastric pH on gastric and jejunal flora. Gut, v. 8, n. 6, p. 574-581, 1967. 
  3. WILDER-SMITH, C. H. et al. Bactericidal factors in gastric juice. European journal of gastroenterology & hepatology, v. 4, n. 11, p. 885-891, 1992. 
  4. GIANNELLA, R. A.; BROITMAN, S. A.; ZAMCHECK, N. Gastric acid barrier to ingested microorganisms in man: studies in vivo and in vitro. Gut, v. 13, n. 4, p. 251-256, 1972.
  5. DUPONT, Herbert L. et al. Immunity in shigellosis. I. Response of man to attenuated strains of Shigella. Journal of Infectious Diseases, v. 125, n. 1, p. 5-11, 1972.
  6. GIANELLA, R. A.; BROITMAN, S. A.; ZAMCHECK, N. Influence of gastric acidity on bacterial and parasitic enteric infections. Ann Intern Med, v. 78, p. 271-276, 1973.
  7. WRIGHT, Jonathan V.; LENARD, Lane. Why Stomach Acid is Good for You: Natural Relief from Heartburn, Indigestion, Reflux, and GERD. Rowman & Littlefield, 2001.
  8. SANTANA, Micael Cruz et al. REVISÃO: UMA ABORDAGEM CLÍNICA E HISTOPATOLÓGICA DA SÍNDROME DE ZOLLINGER-ELLISON. Revista de Patologia do Tocantins, v. 2, n. 1, p. 02-06, 2015.
  9. GONÇALVES, Marcus Vinícius Magno et al. Efeitos da hipocloridria induzida por tratamento de curta duração com omeprazol na colonização aeróbia do estômago em pacientes com doenças clóridro-pépticas. 2003.

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